sexta-feira, 24 de julho de 2009

122 ANOS DE HISTÓRIA BANDA DE MÚSICA DA PMRN

A BANDA DE MÚSICA DA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE: 122 ANOS DE HISTÓRIA
A história da música na antiguidade evidencia a importância da música na sociedade como instrumento de integração e socialização. Contudo, a música também tem sido utilizada através dos séculos para fins de batalhas e combates militares com a presença de músicos nos regimentos militares.

No entanto, a terminologia banda de música só é apresentada pela primeira vez em 1678 na Inglaterra, pois até então só havia notícia de músicos nas tropas. A partir de então as bandas de músicas militares não cessaram de se multiplicar e desenvolver repertório próprio inerentes à sua condição de militares.

No Brasil, os músicos militares também exercem um papel relevante na sociedade brasileira desde os tempos coloniais. Porém, não mais motivados somente pelos combates e batalhas, mas principalmente através de suas apresentações cívicas, religiosas e muito mais sociais do que no início da história da música em ambiente militar.

Ainda hoje a banda de música militar permanece mantendo a sociedade brasileira com boa música e bons músicos, aceitando em seus quadros jovens instrumentistas que encontram na vida militar aliada à formação musical um modo de inclusão social.

Neste contexto se inserem as bandas de música das Polícias Militares, que além de desenvolverem trabalho de segurança pública ostensiva, mantêm em seu contingente um quadro de músicos objetivando a conservação das tradições musicais e cívicas de bandas militares.

Em consonância a esta realidade, no Estado do Rio Grande do Norte, baseada na lei nº. 982 de 16 de julho de 1886, foi criada a banda de música do Batalhão de Segurança, hoje Banda de Música da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, que iniciou suas atividades, tendo como primeira formação 10 (dez) instrumentistas. O grupo executava repertório voltado de forma mais especificamente para a caserna, como as marchas marciais, os hinos pátrios, buscando manter os tradicionais cantos de guerra dos exércitos do Reino.

Todavia, somente cinco anos mais tarde, em 1891, é que foram publicados os editais de convocação no jornal A República, oferecendo vagas para o contrato de músicos da província, ou de outras unidades do Império. Deste modo em 1892, formava-se o primeiro conjunto de 10 instrumentistas, número este aumentado para 20 no ano seguinte e sofrendo acréscimo com o passar dos anos, à medida que crescia o efetivo do batalhão.

Dentre os 10 (dez) primeiros integrantes da Banda do batalhão de segurança, vale ressaltar os nomes dos pioneiros deste conjunto musical: o primeiro policial militar contratado para exercer a função de músico, o soldado Antônio Soares Paixão e o primeiro mestre contratado, o Antônio Paulino de Andrade em 1893, que ao ser contratado, logo fez jus a graduação de 3º sargento Músico.

Já em 1898 o efetivo do batalhão de segurança era de 394 policiais e a banda de música era composta por 10 soldados de 1º classe e 10 de 2º classe além de um mestre e um contramestre.
Em meio aos diversos nomes que contribuíram para o desenvolvimento musical da Banda de Música da PMRN, vale destacar a colaboração do maestro Italiano Luigi Maria Smido, que apesar de civil, não possuindo vínculos na carreira militar tradicional, atuou também a frente da banda de música como regente e deixando no arquivo grandes obras de compositores italianos. O italiano também foi o primeiro regente da orquestra sinfônica do Rio Grande do Norte.


Banda de música da PMRN e o Maestro Luigi Maria Smido (07/09/1922)

Fonte: IHG-RN (Instituto Histórico-Geográfico do RN)


Outros maestros contribuíram para a boa performance da banda, e assim registram-se os seguintes nomes: José Gomes da Silva, Enéas Hipólito Dantas, Luis Gonzaga César de Paiva, Antônio Pedro Dantas (Tonheca Dantas), Major PM Lourival Cavalcante Duarte, 1º tenente Luís Alcântara Lucas, Tenente Djalma Ribeiro da Silva e Tenente Juvenal Lira.

Dentre estes vale ressaltar o nome de Tonheca Dantas, músico que fez parte do quadro da Banda de Música da PMRN, tornando-se imortal através de suas obras Royal Cinema, A Desfolhar Saudades, Delírio, Melodia do Bosque e tantas outras. Composições que tiveram destaque mundial através das rádios BBC de Londres e Mundial de Moscou. Com intuito de homenageá-lo, foi posto o nome do exímio músico e maestro nos auditórios da Banda de Música da PMRN e da Orquestra Sinfônica do RN.

Segundo consta no arquivo da PMRN, Tonheca Dantas foi contratado em 30 de maio de 1898[1] com a função de mestre de música por um período de três anos, sendo dispensado do curso de formação de soldado.

Galvão (1998, p. 48) descreve um exemplo da versatilidade musical de Antonio Pedro Dantas (Tonheca Dantas) durante um episódio ocorrido no momento da contratação:

Em seguida foi a vez de Tonheca Dantas. O comandante lhe entregou uma partitura diferente da primeira e perguntou ao candidato qual o instrumento que iria escolher. ‘Qualquer um...’ respondeu. ‘O Sr. Diga qual o que quer’. Os membros da comissão se entreolharam, surpresos com a audácia daquele sertanejo moreno e franzino e resolveram por a prova seus conhecimentos mandando que fosse tocando a peça nos diversos instrumentos da banda.


No decorrer da história da Banda de Música da PMRN existiram concertos marcantes, porém dentre eles pode-se destacar o ocorrido na noite de 7 de setembro de 1922, realizado no teatro Carlos Gomes (hoje teatro Alberto Maranhão), como parte das comemorações alusivas ao centenário da independência do Brasil.

Na época, o jornal A República publicou no dia 10 daquele mês a seguinte notícia:



Á noite, presente o governador do estado e ex (ma) família, o teatro Carlos Gomes apresentava uma extraordinária apresentação de grande importância do ponto de vista da sociedade uma vez que pela primeira vez no mesmo pouco se juntou à música instrumental e vocal. Ambos sob a mesma direção do Maestro Luigi Smido, Tomaz Babini e o Tenente José Gomes, com o concurso dos alunos das escolas Normal e Doméstica e da Banda do Batalhão de Segurança. (WANDERLEY, p.40)


No transcorrer de sua história a banda de música da PMRN tem participado de acontecimentos importantes que marcaram a história de nosso país. Podendo-se aqui mencionar sua participação juntamente com um contingente da Polícia Militar do Estado do RN em um desfile na cidade do Recife no ano de 1954, em comemoração aos 300 anos da Restauração Pernambucana.

Contudo, na história das instituições de modo geral não existem apenas momentos de glória e satisfação, havendo reveses que as marcam negativamente. Desta feita, a história da Banda de Música da PMRN foi marcada por um episódio de grande tristeza vivenciado pela sociedade potiguar no mês de fevereiro do ano de 1984: durante a comemoração do carnaval um grupo de 8 (oito) policiais músicos foi morto por um ônibus desgovernado no bairro da Cidade Alta enquanto executavam seus instrumentos numa orquestra de frevo. Diante desse acontecido, foi necessária a contratação de músicos em caráter emergencial para preencher as lacunas deixadas.
Atualmente, o corpo musical da Banda de Música da PMRN é composto por 89 músicos, sendo sua sede localizada no Quartel do Comando Geral na capital. As atividades musicais são desenvolvidas em todo o Estado, principalmente na cidade do Natal.

Merece destaque a quantidade de apresentações feitas durante o ano, então para melhor atender a demanda foi preciso dividir a banda em três frações: estando duas atuantes na capital e outra em Mossoró. As solicitações são diversas, estando entre elas as participações em aberturas de eventos, comemorações de aniversário de emancipação política de municípios, eventos religiosos, solenidades cívicas, militares, etc.

O repertório executado é considerado eclético, contendo dobrados, valsas, boleros e músicas populares que estão na mídia. Assim, a banda da Polícia tem se destacado em suas apresentações por executar repertório apreciado tanto pelas grandes massas, quanto pelo ouvinte exigente, atingindo, portanto, a indivíduos pertencentes às distintas camadas sociais.

O arquivo musical é um dos mais antigos do Estado do RN, possuindo acervo diversificado, procurado por músicos da capital e interior e por outros Estados e municípios, tendo importante valor histórico-cultural e um vasto material para pesquisa musical.


Banda da Polícia Militar do RN, aniversário 122 anos (16/07/2008)
Fonte: arquivo pessoal


Os instrumentos musicais utilizados pelo grupo são diversificados compostos pelos seguintes naipes: madeiras, sopros e percussão. Em ocasiões especiais é acrescida a banda instrumentos eletrônicos como o teclado, baixo e guitarra.A banda é formada por policiais militares com diferentes graduações assim distribuídas: um oficial maestro responsável pela banda e os demais músicos são classificados como instrumentistas. Divide-se da seguinte maneira: um 2º Tenente, 1os sargentos, 2ossargentos, 3os sargentos e soldados. Todos são funcionários públicos do Governo do Estado do Rio Grande do Norte.
REFERÊNCIAS



GALVÃO, Cláudio. A desfolhar saudade: uma biografia de Tonheca Dantas. Departamento Estadual de Imprensa/Gráfica Santa Maria. Natal, 1998.


WANDERLEY, Rômulo. História do Batalhão de Segurança. ed. Walter Pereira S/A. Natal, 1969.


Bandas e Fanfarras

Os Desfiles Cívicos e a música de Bandas e Fanfarras


A infância de Gilberto Gil, repleta de sons interioranos que seriam evocados mais tarde em suas canções, reservou com certeza um lugar para o som das bandas e fanfarras que animavam os desfiles cívicos.

Erroneamente associados ao período militar brasileiro - que não criou, mas apenas incentivou eventos desta natureza - os desfiles cívicos parecem, ao menos nas grandes capitais, ter perdido a enorme popularidade de que gozavam há várias gerações.

Por exemplo, durante o período do Estado Novo, 1937-1945, houve uma preocupação do governo Getúlio Vargas em estimular o sentimento patriótico nas escolas e agremiações civis. O aspecto mais incisivo desta prática na área musical foi a organização, a cargo do maestro Heitor Villa-Lobos - compositor, didata e maior expoente da corrente nacionalista na música brasileira - dos Orfeões.

O canto orfeônico (Orfeão equivale a coral amador) introduziu o ensino obrigatório da música nas escolas, e seu repertório era baseado integralmente em canções que valorizassem a cultura nacional e exaltassem os valores da pátria.

O fim do Estado Novo e do movimento orfeônico deixou um vácuo que foi parcialmente preenchido pelas Bandas e Fanfarras, agremiações musicais de inspiração européia cuja tradição entre nós remonta desde o Império. Estas passaram a encabeçar os desfiles cívicos, observados em várias datas, mas, concentrados no dia da Independência do Brasil, 07 de setembro.


Entendendo as Bandas e Fanfarras

O conceito de Banda Marcial foi popularizado pelos antigos romanos, provavelmente influenciados pelos gregos, cuja formação cultural valorizava tanto a disciplina física na formação militar quanto à sensibilidade artística para a música.

A especialização de funções dentro das organizações militares reservou um lugar para os músicos que habitualmente encabeçam as paradas militares. A natureza de tais desfiles obrigou uma seleção de instrumentos musicais baseada em sua portabilidade, facilidade de manejo e potência sonora.

As modernas bandas marciais e bandas musicais desenvolveram-se sobre a influência do modelo americano das marching bands, ao passo que as fanfarras mantiveram uma característica técnica de maior simplicidade, devido aos recursos instrumentais mais limitados. Como curiosidade, podemos relatar que as pequenas bandas que deram origem aos grupos executantes do frevo em Pernambuco eram às vezes chamadas de Fanfarras.

A título de esclarecimento, convenciona-se que as Fanfarras são grupos instrumentais compostos exclusivamente por instrumentos de percussão e sopros de metal; já as Bandas possuem também, além dos já citados, instrumentos de sopro de madeira. Ambos os tipos de conjunto diferenciam-se das orquestras (além, é claro, da finalidade diversa) pela ausência de instrumentos de cordas.

Quantos aos instrumentos presentes nas Fanfarras e Bandas podemos relacionar:

· Instrumentos de sopro de metal lisos, que caracterizam a fanfarra simples: Corneta em Fá e Si bemol, Clarim em Mi bemol, Cornetão em Fá e Mi bemol.

· Instrumentos de sopro de metal dotados de válvulas, que caracterizam a fanfarra com pisto: Bombardino em Si bemol, Fá e Mi bemol, Baixo Tuba ou Sousafone nas mesmas tonalidades e eventualmente Trompete em Si bemol.

· Instrumentos de percussão: Bombo Fuzileiro, Surdo gigante (90cm), Mor (60cm) e Médio (30cm), Atabaque ou Timbale, pares de Pratos de 14 ou 16 polegadas, Caixa Clara ou Tarol (rasa e aguda) e Caixa de Guerra (profunda e grave) e eventualmente Lira diatônica (metalofones com afinação).

· Instrumentos de sopro de Madeira: Flauta Transversal, Flautim ou Picollo (flauta extremamente aguda), Clarineta, Requinta (Clarineta reduzida) e Saxofone.

Além da instrumentação, devemos notar que as Fanfarras e Bandas Marciais possuem uma série de elementos "alegóricos" que são inclusive parâmetros para julgamento em concursos:
· Pelotão cívico: grupo de alunos portando a bandeira nacionai, estadual, municipal e a da escola, ladeado por Guardas de Honra. Não faz evoluções.

· Estandarte: aluno que leva a identificação (estandarte com o nome) da corporação musical que se apresenta, juntamente com sua Guarda de Honra. Assim como o Pelotão Cívico, este grupo não faz evoluções e nem coreografias.

· Porta cartel: alunos que portam a identificação da categoria da corporação musical e que podem fazer evoluções ou coreografias por serem destaques da fanfarra.
· Pelotão ou Corpo Coreográfico: formado geralmente por alunas (em número não inferior a doze) que fazem coreografias durante a execução das peças musicais executadas pela Fanfarra ou Banda.

· Baliza: aluno, ou aluna, escolhida dentro do conjunto que realizam evoluções, malabarismo e coreografias livres ou coordenadas à frente da banda ou fanfarra.

· Mor: condutor do grupo musical no desfile, que desempenha às vezes as funções de diretor musical, ensaiador e regente. Além da condução musical propriamente dita, o Mor tem sob sua responsabilidade a manutenção da ordem única e a coordenação das coreografias.

· Comissão de frente: grupo de função e número de componentes variável, encarregado de encorpar e sofisticar as evoluções e coreografias no desfile.


Idéias perigosas: a natureza das perseguições política

Com a criação da ONU (em 1945, ao final da Segunda Grande Guerra) e a publicação da Declaração Universal dos Direitos do Homem, manifestou-se uma grande preocupação no sentido de assegurar garantias mínimas baseadas no direito internacional.

Na prática, na maioria dos países - com exceção dos desenvolvidos, em que as instituições são fortes e estáveis - parece não haver garantias de que os cidadãos não sejam perseguidos por suas posições étnicas, religiosas ou políticas.

Como sabemos, Gilberto Gil, juntamente com Caetano Veloso, foi perseguido pelo regime militar e preso em 1968, sendo "convidado" a sair do país em 1970, num exílio do qual, ambos só retornariam dois anos mais tarde.

O curioso é que a sentença dos perseguidores baseou-se aparentemente na ignorância da proposta estética do Tropicalismo, e não na presença explícita de algum conteúdo político divergente nas letras das músicas.

Este fato exemplifica bem a natureza da perseguição política, apoiada sempre muito mais na intolerância à diversidade, à intelectualidade e à cultura, do que em temores justificados por conspirações reais.

A punição com o exílio particularmente é uma das mais traumáticas, por afastar o indivíduo de seu círculo de relações, de seu trabalho, enfim, da vida que ele construiu. Tradicionalmente é reservada para os acusados de conspiração política, e temos exemplos desta pena desde o período Colonial.

Durante o período do governo militar brasileiro, 1964-1985, inúmeros cidadãos - políticos, artistas, intelectuais, professores, líderes sindicais e estudantis - foram colocados na clandestinidade, principalmente após a promulgação do famigerado Ato Institucional nº 5 (AI-5). A liberdade de imprensa e os direitos do eleitor também sofreriam conseqüências amargas que só seriam superadas quase vinte anos depois.

A história recente do Brasil mostra o quão longe podem chegar o arbítrio e a injustiça, com a agravante de que grandes parcelas da sociedade, mesmo sabendo da existência de prisões e torturas motivadas politicamente, preferiram ignorar o rumo dos acontecimentos, ou pior ainda, apoiar a legitimidade da chamada "guerra suja".

A lição que a História nos dá é a de que a injustiça contra um o é contra todos. Isto quer dizer que, numa sociedade democrática, mesmo que a violência da repressão não nos atinja diretamente, nos encontramos tão ameaçados quanto às vítimas mais evidentes, uma vez que o direito desrespeitado pertence a todos.

Cultura: importante para o desenvolvimento da humanidade




Cultura: importante para o desenvolvimento da humanidade



DefiniçãoCultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, lingüísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Portanto, fazem parte da cultura de um povo as seguintes atividades e manifestações: música, teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, hábitos alimentares, danças, arquitetura, invenções, pensamentos, formas de organização social, etc.



Uma das capacidades que diferenciam o ser humano dos animais irracionais é a capacidade de produção de cultura.

O BLOG PUBLICA A PEDIDO DO LEITOR

COMUNICADO
Dia 1º de Agosto haverá uma reunião para formação do sindicato dos Servidores de Ceará - Mirim. Não aguentamos mais as arbitrariedades do Governo Peixoto e precisamos do seu apoio. Data: 1º de Agosto Local: Auditório Onofre Lopes Horário: 14h Agradeço muito.



VAMOS A LUTA, POIS NÃO FAZEMOS POLITICAGEM.
" QUEREMOS NOSSOS DIREITOS"

CÂMARA MUNICIPAL DE CEARÁ - MIRIM/RN

CÂMARA MUNICIPAL.



A CÂMARA MUNICIPAL DE CEARÁ-MIRIM INGRESSOU NA MANHÃ DE HOJE COM UMA AÇÃO JUDICIAL CONTRA A PREFEITURA PELO FATO DO DUODÉCIMO DA CASA ESTA SENDO REPASSADO A MENOR. AGORA É AGUARDAR O DESENROLAR DOS FATOS. TEM VEREADOR DEFENDENDO MEDIDAS MAIS DURAS EM RELAÇÃO AO EXECUTIVO.


CHEGOU A VEZ DA SECRETÁRIA DE FINANÇAS E DE TRIBUTAÇÃO DO MUNICÍPIO COMPARECER A CÂMARA DE VEREADORES PÊRA PRESTAR ESCLARECIMENTOS. A CONVOCAÇÃO ESTA AGENDADA PARA O DIA 28 DO CORRENTE MÊS E VEM SENDO AGUARDADA ANSIOSAMENTE POR ALGUNS VEREADORES.


DIA 04 DE AGOSTO ACONTECERÁ NA CÂMARA DE VEREADORES UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR O ATERRO SANITÁRIO DE CEARÁ-MIRIM.



EXECUTIVO X LEGISLATIVO
QUEM VAI GANHAR?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

CÂMARA EM DIA - SESSÕES NO PLENÁRIO

Sessão do dia 21/07/2009


Declarações a favor da Banda de Música



Julio César: O encontro que tivemos nesta casa na ultima quarta feira foi muito positivo, varias pessoas e lideranças políticas puderam falar e reivindicar ouvimos varias pessoas moradoras de ceará mirim. Pela primeira vez vou ver na semana do Município a cidade sem a banda de musica, nos aprovamos um projeto para a contratação de músicos para a nossa banda e ate agora nada foi feito, isso é uma vergonha...



Ronaldo Venâncio: A Banda de Musica é prioridade, ta na hora do governo cumprir com essa obrigação...


É Lamentável



Recado da Polícia Militar

**Recado da Polícia Militar**

CUIDADO NOS BARES Bandidos estão dando de 10 x 0, em criatividade,em nós e na Polícia.Vejam como o ladrão brasileiro é criativo: Você e seus amigos estão num bar, batendo papo, tomando uma cervejinha e se divertindo. De repente, chega um individuo e pergunta de quem é o carro tal, com placa tal, estacionado na rua tal, solicitando que o proprietário dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está dificultando a saída de outro carro.Você, bastante solícito, vai e, ao chegar até o seu carro, anunciam o assalto e levam seu carro e seus pertences. E ainda terá sorte se não levar um tiro... Numa mesma noite, o resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas no mesmo tipo de história. Repasse esta notícia para alertar seus amigos...não custa nada prevenir. O jeito, em caso semelhante é não ir sozinho, chame alguns amigos para ir junto, e de longe verifique se é verdade.
'MENSAGEM TRANSMITIDA PELO ATENDIMENTO 190'

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Banda de Música Ten. Djalma Ribeiro

BANDAS DE MÚSICA





É Ferreira nobre, em sua “Breve Notícia sobre a Província do rio Grande do Norte”, que nos dá a primeira informação sobre a existência de uma “BANDA MARCIAL”, com as seguintes palavras: “Ceará - Mirim” – “Tem uma Banda Marcial, que satisfaz na localidade ao duplo fim de sociedade recreadora e instrutiva, Há cerca de Cinco anos que se organizou.” (pg. 181).


O livro de Ferreira Nobre foi escrito e publicado em 1877, logo a fundação da “BANDA”, deve ter ocorrido em 1872.
Vê-se que a banda marcial, que outra coisa não era, senão uma BANDA DE MÚSICA, também estava integrada na campanha de instrução.


Mas as Bandas de Música, daí por diante, sempre existiram na cidade. Lembramo-nos muito bem, da recepção feita ao Presidente da República, Dr. Afonso Penna, quando, em 1907, foi inaugurar a estação da estrada de Ferro Central, quando Duas Bandas Ceara-minenses tocavam ao lado de uma grande Banda de Música, procedente de um vaso de guerra, ancorado no porto de Natal.


Eram as Bandas locais afeiçoadas ás correntes políticas. A Banda “13 de Maio”, dirigida pelo maestro Prisco Rocha, Bandeava para a oposição, enquanto a Banda “12 de Outubro” acompanhava o governo e era dirigida pelo maestro Venerando Cocentino.

Muitas vezes assistimos, por ocasião das festas da padroeira de N. S. da Conceição, em Oito de dezembro de cada ano, a disputa ardorosa dessas duas instituições musicais, em cada uma desejava superar a outra, na quantidade e na qualidade das “peças” exibidas.


E a população se dividia na torcida, como hoje se torna no futebol. Para terminar a contenda, era necessário que alguém de influência aparecesse e rogasse o recolhimento, do contrário permaneceriam na porta da Igreja até uma só vez, uma para um lado e outra para o outro. Nenhuma queria ficar por último.


Os músicos mais importantes da cidade foram: PRISCO ROCHA que escreveu vários dobrados, valsas, etc., que “O Malho”, do Rio selecionou e publicou em suas paginas, JOSÉ NEPOMUCENO BARBOSA, o Zeca, que dirigiu a Banda de Música do 29° Batalhão de Caçadores, sediado em Natal e que recebeu no Paraná a oferta de uma batuta de ouro, da sociedade de Ponta Grossa, quando o referido batalhão ali esteve no combate aos revoltosos de 1922, e afinal: HERMÍNIO NEPOMUCENO BARBOSA, que dirigiu várias orquestras nos cinemas do Rio e no lede Brasileiro, antes do advento do rádio.


“Em 1937 foi erigido um coreto público, em frente à Matriz de N Sª. da Conceição, centro dos festejos e das disputas musicais, construído pelo autor” (já demolido).

Como vimos a historia de nossas raízes musicais, não podemos acreditar que em plena véspera de uma das festas mais esperadas de nosso ceará - mirim, ficaremos sem a apresentação de nosso representante maior que é nossa “BANDA DE MÚSICA, QUE HOJE TEM COMO NOME, UM DOS MAIORES MÚSICOS DE NOSSA HISTORIA O CONCEITUADO TEN. DJALMA RIBEIRO”.


Lamentável!... Hoje somos reféns de uma cultura defasada e hipócrita, como nossos filhos conhecerá a cultura musical de nosso ceará mirim? Como relatar em nossas próximas edições esta lacuna que se encontra a nossa querida Banda de Música?... Hoje chamada: “BANDA DE MÚSICA TEN. DJALMA RIBEIRO”.





Com a Palavra os Governantes

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Banda de Música Ten. Djalma Ribeiro

Postado no Blog do Veriador Julio César



Escrito por PRESTANDO CONTAS AO POVO às 15h39

APROXIMA-SE A SEMANA DO MUNICÍPIO E NADA DA BANDA DE MÚSICA. PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITO TEMPO, O POVO DE CEARÁ-MIRIM CORRE O RISCO DE FICAR SEM A BANDA NO ANIVERSÁRIO DO MUNICÍPIO, O QUE É DE SE LAMENTAR.
É BOM LEMBRAR QUE A CÂMARA DE VEREADORES APROVOU A CRIAÇÃO DE CARGOS PARA BANDA DE MÚSICA, MAS ATÉ O MOMENTO NÃO SE TEM NOTÍCIA SE ALGUM MÚSICO FOI CONTRATADO.



OPINIÃO DO LEITOR



[Gustavo Mota] [tabudamentira@uol.com] O executivo não quer saber de cultura, pois a cultura funcionando não dar dinheiro, só dar dinheiro parada, pois o dinheiro fica na secretaria de Educação. A Fundação só é de Fachada.

19/07/2009 11:23
[Lamentável] [pulapula@bol.com] Sou ex-componente da Banda de Música Municipal e não vejo interesse da atual administração em reativar a mesma, as informações que temos é que não tem verba para contratar os músicos, hora! Foram solicitados 20 contratos para reativar a mesma? Já faz sete meses e nem se quer fomos chamados para esclarecimentos da situação. Infelizmente pela primeira vez o município de Ceará Mirim ficara sem a representação da BANDA MUNICIPAL. LAMENTAVEL!
18/07/2009 20:20
[quero ver a cultura andar assim] [povocmirim@bol.com] É lamentável cara amigo veriador Julio César, sabemos que foram aprovados os contratos de músicos necessários para a reativação de nossa banda de música e ate agora nada, em plena véspera da festa de emancipação Municipal e nada de nossa Banda de Música, é! Verdadeiramente é lamentável a situação de nossa cultura...
16/07/2009 19:21

[festa sem banda] [fsbm@bol.com] Festa do Municipio sem Banda de Música Municipal?...com a palavra os governantes.
Ó Ceará Mirim cmirimelho@bol.com
Tenho 50 anos e nunca presenciei o nosso município sequer um mês sem a Nossa tinhosa banda de música, é lamentável a irresponsabilidade dos representantes do povo. Fui músico da mesma a mais de 10 anos e estou ausente há 20 anos mais nunca em toda a minha existência vi Ceará Mirim sem sua tinhosa, uma Banda de nome no cenário musical do nosso estado, lamentável mais não será esquecida esta lacuna na historia do nosso ceará mirim, que pena mais é a verdade...
09/07/2009 16:35

[povocmirim@bol.com] Falta uma pergunta, cade a reativação de nossa Banda de Música? Cade a valorização de nossa cultura?
17/07/2009 17:07
O que fazer?
...????...

domingo, 19 de julho de 2009

Banda de Música de Taípu

Aniversario de emancipação política de Taípu

Big Band de Taípu

Big Band (efetivo A e B)


Guitarrista


Naipe - Clarinetas




Naipe - Trombone



Naipe - Saxofone



Baterista - Misael Coelho




Naipe Trompete

Geral Instrumental





Extra




Banda de Música de Taípu

Big Band de Taípu (efetivo A e B)
(Preparativos)


(Preparativos)
Banda de Música de Taípu (efetivo A)

( Alvorada)





Carnaval dos Idosos






Carnaval dos Idosos



Com muita dedicação e apoio vem realizando um grande papel na cultura de Taípu.





"Parabéns"
O Blog Parabenisa, componentes e responsaveis.
















Banda de Música Ten. Djalma Ribeiro

Plantão Urgênte

COMA PROFUNDO

UTI
“Todos os ex-componentes que eram contratados pelo município estão aguardando a posição do poder executivo do município já que o projeto que solicita a contratação dos referidos músicos foram aprovados na Câmara municipal por unanimidade.”